 Em declarações à agência Lusa, o produtor de vinhos do Douro diz que o primeiro 'vintage' Morgadio da Calçada, de 2007, "é um porto que dá muito gozo beber novo", sendo que o ano de colheita foi um dos melhores da década. Este 'vintage' é "ameno e preguiçoso e permitiu um amadurecimento da fruta raramente prolongado", daí que "sem ser um clássico", como ressalva Dirk Niepoort, este vinho distingue-se especialmente pela fineza e complexidade dos aromas.
"É muito refinado na estrutura, apresenta grande frescura, penso que tem um futuro longo e vibrante, asssente menos sobre a potência. É muito elegante, dá muito gozo beber novo", reitera.
Para além deste porto, Dirk Niepoort irá também apresentar o primeiro tinto reserva do Morgadio da Calçada, igualmente de 2007, ano que ofereceu dois topos de gama a um rótulo que em vindo a fazer um caminho seguro ao longo dos últimos anos. O produtor dará ainda a conhecer mais dois vinhos fortificados, um LBV ('late bottled vintage') de 2005 e um Colheita 1998. Entre os vinhos de mesa, mostrará como o branco Morgadio da Calçada de 2007, um vinho já esgotado, está a evoluir em garrafa magnum e reapresentará o branco de 2008, que se encontra já no mercado.
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