 "Nos séculos XVII e XVII, o caminho para a China passava por Portugal", afirma, por exemplo, Catherine Jami, investigadora do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique", de Paris.
Das 63 estelas funerárias conservadas em Zhalan, 14 dizem respeito a missionários portugueses - mais do que os italianos (11), franceses (9), alemães (7), checos (3) ou belgas (2). |