 No encerramento da Conferência de Segurança de Munique (Alemanha), Rasmussen realçou que a prioridade da OTAN é, e será, defender os próprios membros, mas a existência de outras ameaças de carácter internacional obrigam a ampliar as suas actuações preventivas.
Para tanto, a aliança deve tornar-se núcleo de uma rede de sociedades de segurança e centro de assessoria para questões internacionais de segurança, inclusive para aquelas em que a "OTAN nunca será activa". O caso do Afeganistão - com a cooperação com outros países - tornou clara "a mudança dramática na maneira de actuar da aliança", afirmou. |